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  1. Bacalhoa Vinho Tinto Quinta Da Bacalhoa 750Ml
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    Bacalhoa

    Vinho Tinto Quinta Da Bacalhoa 750Ml

    De US$39,00 Por US$35,10
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  2. Tarucco Sessantanni Primitivo Di Manduria DOP 75 ml
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    Tarucco

    Sessantanni Primitivo Di Manduria DOP 75 ml

    De US$62,00 Por US$55,80
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  3. Michel Lynch Vinho Tinto Chateau Belregard Figeac Michel Lynch 750Ml
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    Michel Lynch

    Vinho Tinto Chateau Belregard Figeac Michel Lynch 750Ml

    De US$49,00 Por US$44,10
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  4. Terrazas Pack Vinho Tinto Reserva Malbec Terrazas de Los Andes 2 x 750mL
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    Terrazas

    Pack Vinho Tinto Reserva Malbec Terrazas de Los Andes 2 x 750mL

    De US$52,00 Por US$46,80
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  5. Campo Viejo Vinho Tinto Gran Reserva Campo Viejo 750Ml
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    Campo Viejo

    Vinho Tinto Gran Reserva Campo Viejo 750Ml

    De US$19,50 Por US$17,55
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  6. Il Pioppo Vinho Nero D
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    Il Pioppo

    Vinho Nero D'Avola Rosso Di Sicilia DOC 750ml

    De US$14,50 Por US$13,05
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  7. Luigi Bosca Vinho Tinto Finca La Linda Malbec Luigi Bosca 750Ml
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    Luigi Bosca

    Vinho Tinto Finca La Linda Malbec Luigi Bosca 750Ml

    De US$13,50 Por US$12,15
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  8. Ferreira Vinho Tawny Ferreira Porto 750Ml
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    Ferreira

    Vinho Tawny Ferreira Porto 750Ml

    De US$18,00 Por US$16,20
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  9. Jacob's Creek Vinho Chardonnay Jacob
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    Jacob's Creek

    Vinho Chardonnay Jacob's Creek 750ml

    De US$17,00 Por US$15,30
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  10. Tarucco Vinho Domodo Primitivo Puglia IGP 750 ml
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    Tarucco

    Vinho Domodo Primitivo Puglia IGP 750 ml

    De US$11,00 Por US$9,90
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  11. Calvet Vinho Tinto Bourgogne Pinot Noir Calvet 750Ml
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    Calvet

    Vinho Tinto Bourgogne Pinot Noir Calvet 750Ml

    De US$22,50 Por US$20,25
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  12. Terrazas Vinho Tinto Reserva Malbec Terrazas de Los Andes 750mL
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    Terrazas

    Vinho Tinto Reserva Malbec Terrazas de Los Andes 750mL

    De US$26,00 Por US$23,40
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  13. Quinta Do Carmo Vinho Tinto Quinta Do Carmo 750Ml
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    Quinta Do Carmo

    Vinho Tinto Quinta Do Carmo 750Ml

    De US$29,50 Por US$26,55
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  14. Luigi Bosca Vinho Tinto Finca La Linda Malbec 2013 Luigi Bosca 750Ml
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    Luigi Bosca

    Vinho Tinto Finca La Linda Malbec 2013 Luigi Bosca 750Ml

    De US$18,00 Por US$16,20
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  15. Tarucco Vinho Domodo Negroamaro Puglia IGP 750 ml
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    Tarucco

    Vinho Domodo Negroamaro Puglia IGP 750 ml

    De US$11,00 Por US$9,90
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  16. Batasiolo Vinho Barolo Batasiolo 750Ml
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    Batasiolo

    Vinho Barolo Batasiolo 750Ml

    De US$50,50 Por US$45,45
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  17. Jacob's Creek Vinho Tinto Classic Cabernet Sauvignon Jacob
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    Jacob's Creek

    Vinho Tinto Classic Cabernet Sauvignon Jacob''s Creek 750ml

    De US$16,50 Por US$14,85
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  18. Belpoggio Vinho Brunello Di Montalcino DOCG 750ml
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    Belpoggio

    Vinho Brunello Di Montalcino DOCG 750ml

    De US$103,50 Por US$93,15
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  19. Valdivieso Vinho Tinto Valdivieso Caballo Loco Grand Cru Apalta 750Ml
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    Valdivieso

    Vinho Tinto Valdivieso Caballo Loco Grand Cru Apalta 750Ml

    De US$60,00 Por US$54,00
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  20. Antinori Vinho Villa Antinori Chianti Classico Riserva 750 ml
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    Antinori

    Vinho Villa Antinori Chianti Classico Riserva 750 ml

    De US$61,00 Por US$54,90
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  21. Costa Di Bussia Vinho Barbera D’Alba Doc 750ml
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    Costa Di Bussia

    Vinho Barbera D’Alba Doc 750ml

    De US$23,00 Por US$20,70
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  22. Valdivieso Vinho Tinto Caballo Loco Grand Crusagrada Familia Valdivieso 750Ml
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    Valdivieso

    Vinho Tinto Caballo Loco Grand Crusagrada Familia Valdivieso 750Ml

    De US$59,50 Por US$53,55
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  23. Valdivieso Vinho Cabernet Sauvignon Reserva Valdivieso 750Ml
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    Valdivieso

    Vinho Cabernet Sauvignon Reserva Valdivieso 750Ml

    De US$21,00 Por US$18,90
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  24. Valdivieso Vinho Carmen Egrave Re Gran Reserva Valdivieso 750Ml
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    Vinho Carmen Egrave Re Gran Reserva Valdivieso 750Ml

    De US$20,50 Por US$18,45
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Dicas e Inspirações

Tipos de vinhos: saiba como diferenciar

garrafas com tipos de vinhos

Entenda mais sobre os tipos de vinhos: tinto, branco, rosé e espumantes!

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Como degustar vinho: veja passo a passo

degustação de vinhos

Tire dúvidas sobre como apreciar a bebida como um verdadeiro sommelier.

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Harmonização de vinhos: aprenda como fazer

harmonização de vinhos com alimentos

Descubra algumas combinações que vão tornar sua refeição mais especial!

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Tipos de vinhos: saiba como diferenciar cada um deles

Entenda mais sobre os vinhos tinto, branco, rosé e espumantes

Tinto, rosé, branco, suave, demi-sec… O universo dos vinhos é cheio de detalhes e características próprias, e quem é leigo no assunto pode enfrentar dificuldades na hora de escolher uma garrafa.

Por isso, este guia sobre tipos de vinhos tem como objetivo ajudar os menos entendidos a compreender melhor o que difere uma garrafa da outra. Se esse é o seu caso, basta continuar lendo.

As cores do vinho

Você chega em uma loja, se aproxima da seção de vinhos e começa a escolher algumas garrafas para levar para casa. A primeira coisa que difere um rótulo do outro, seja um vinho argentino ou de qualquer outro país, tem a ver com a cor das bebidas – vinho tinto, vinho rosé (ou vinho rosado) e vinho branco.

O vinho tinto é o mais comum, ao menos no Brasil, mas fora isso, o que difere um do outro?

Vinho tinto

O vinho tinto possui a coloração mais escura por conta da variedade de uvas a partir das quais é produzido. Além disso, esse tipo de vinho é, de fato, o mais consumido no Brasil. Algumas das uvas mais comuns presentes no vinho tinto são: Cabernet Sauvignon, Merlot, Pinot Noir, Syrah e Malbec.

Outra curiosidade sobre o vinho tinto é a presença de polifenóis, substância abundante na casca da uva e que oferece vários benefícios à saúde, dentre eles a capacidade de diminuir o colesterol "ruim", LDL, e aumentar o colesterol HDL, considerado essencial no organismo.

Alguns médicos e especialistas até recomendam o consumo diário de um cálice de vinho tinto durante tratamentos de saúde específicos. Já pensou?!

Vinho branco

Muito consumido na europa, os vinhos brancos da França são bastante conhecidos.

Ao contrário do que se possa pensar, o vinho branco não é produzido a partir de uvas exclusivamente brancas. Há uvas tintas na composição, no entanto, a casca é retirada antes do processo de fermentação. Sendo assim, diferente dos vinhos tintos cuja coloração é escura, o vinho branco é uma bebida dourada e límpida.

Algumas das uvas mais comuns presentes no vinho branco são: Chardonnay – considerada a rainha dos vinhos brancos – e Sauvignon Blanc.

Apesar do consumo do vinho branco no Brasil ficar bem atrás quando comparado ao do vinho tinto, a busca tem aumentado gradualmente. Afinal, em um país tropical como o nosso, nada como uma bebida fresca, servida gelada, como é o caso do vinho branco, para acompanhar as mais variadas refeições.

Vinho rosé ou vinho rosado

Entre o vinho tinto e o branco está o rosé, ou vinho rosado. Esse tipo de vinho também é produzido de uvas tintas, mas durante o processo de produção há um breve contato com a casca, o suficiente para que haja uma pigmentação leve, e em seguida elas são retiradas da mistura. Ou seja, é quase a união entre vinho branco e vinho tinto.

Uma curiosidade do vinho rosado é que a sua tonalidade pode variar de acordo com a uva utilizada na fabricação. Sendo assim, não é difícil encontrar garrafas de vinho em tons rosados, passando por salmão e até bebidas em que a cor se assemelha a casca de cebola.

O teor de açúcar do vinho

Agora que você já sabe por que existem 3 tipos de cores diferentes de vinho, é hora de entender mais sobre o sabor de cada um deles. Como saber se determinada garrafa é de bebida mais doce ou mais seca?

Seco

Os vinhos do tipo seco são mais complexos no paladar, por isso são também os mais apreciados por quem entende de vinho. Essa bebida não possui adição de açúcar e os açúcares presentes são, em geral, provenientes das próprias uvas de sua composição – o equivalente a 5 gramas de açúcar por litro.

Meio Doce (demi-sec)

Em teoria, os vinhos identificados como demi-sec podem ser sim mais adocicados, mas também podem não possuir açúcar nenhum. Só é possível ter certeza após provar mesmo. Afinal, a faixa que indica o nível de dulçor vai de 5 gramas a 20 gramas de açúcar por litro, e a diferença entre os dois limites da régua pode ser enorme.

Suave

O vinho suave é o mais fácil de beber, indicado especialmente para quem não faz muita questão de degustar sabores complexos. Pode ser comprado sem medo, pois combina com qualquer ocasião – desde um jantar romântico a um almoço de domingo em família. No vinho suave pode ser encontrada quantidade de açúcar superior a 20 gramas por litro.

A classe do vinho

Além da cor e do nível de dulçor, outro fator que diferencia um vinho do outro é a sua classe.

De Mesa

Há muita confusão sobre o que é vinho de mesa, mas aqui será usado o critério definido pela legislação brasileira. Vinho de mesa é todo vinho com graduação alcoólica entre 8,6 e 14%. Esses tipos de vinhos podem ser ainda Finos ou Nobres, Vinhos Especiais, Vinhos Comuns ou Gaseificados – exceto frisantes.

Champanhe ou espumante

O espumante é o tipo de vinho que passa por duas fermentações durante o seu processo de fabricação: uma para conferir-lhe o teor alcoólico e a outra para deixá-lo gaseificado. Sua graduação alcoólica fica entre 10 e 13%.

Licoroso

Os vinhos licorosos podem ser doces ou secos, com adição de álcool potável, mosto concentrado, caramelo e sacarose. Sua graduação alcoólica fica entre 14 e 18%.

Agora que você sabe tudo sobre os tipos de vinhos, pode comprar as garrafas da bebida com mais confiança da próxima vez. Compartilhe o conteúdo com aqueles amigos que também adoram um bom vinho, mas não entendem muito bem sobre a bebida.

Como degustar vinho: aprenda o passo a passo

Tire todas as dúvidas sobre como apreciar a bebida como um verdadeiro sommelier

Quem aí já viu uma pessoa entendida pedir um vinho em um restaurante sofisticado? Além de saber escolher o rótulo ideal de acordo com o país, como um vinho espanhol, essa pessoa segura a taça de um jeito diferente, dá uma chacoalhada na bebida e, ainda, estica o nariz para sentir o cheiro do vinho – tudo isso antes de tomar o primeiro gole.

Se você sempre quis entender por que isso é importante e também descobrir quais as etapas desse ritual para fazer igual, saiba que chegou ao lugar certo. Veja a seguir um passo a passo de como degustar vinhos para iniciantes. Assim, da próxima vez que você for a um restaurante, vai poder fazer bonito também.

Quais as etapas do ritual de degustação de vinho?

Antes de mais nada, é importante saber quais são as etapas presentes nesse pequeno ritual de degustação de vinho. Elas se resumem em três: análise visual, olfativa e gustativa. Ou seja, um degustador analisa primeiro a aparência da bebida, depois sente o seu aroma e, só então, prova no paladar.

1) Análise visual

Comprou uma garrafa de vinho da Itália e quer usá-la para fazer sua primeira degustação? Ótimo! Antes de começar a beber o seu vinho, é necessário analisar a sua aparência. A etapa de análise visual é dividida em duas partes: busca por excesso de cristais no vinho e a observação das "lágrimas" da bebida.

Certifique-se de que o vinho está límpido

Na primeira etapa, quem degusta o vinho deve se certificar de que ele está límpido e brilhante. Ou seja, a não ser em casos específicos como vinho de safra muito antiga ou que ainda não foi filtrado, o excesso de cristais e partículas indica que algo não está certo.

Sendo assim, para que a análise visual do vinho seja possível, é imprescindível que a bebida seja servida em uma taça transparente. Se a taça for colorida ou possuir detalhes em relevo de qualquer tipo, a primeira etapa da degustação não poderá ser realizada com tanta precisão.

Com a taça ideal em mãos, o vinho pode ser servido. Aqui também há um detalhe, a dose a ser servida deve ser específica para degustação, que corresponde a, aproximadamente, 1/3 da capacidade da taça. Afinal, durante a análise visual, a taça será inclinada – e se estiver cheia demais, a bagunça é certa.

Descubra pelas "lágrimas" se o vinho tem mais ou menos álcool

Depois de inclinar a taça para o lado e ter certeza de que não há nenhuma partícula estranha na bebida, é hora de observar as "lágrimas". Para fazer isso, é necessário dar as famosas giradinhas para que a bebida passe por toda a volta da taça. As chamadas "lágrimas" ou "pernas" do vinho são as gotas que escorrem após esse movimento.

Quanto mais lentas as gotas escorrerem, maior o teor alcoólico da bebida.

2) Análise olfativa

Se a análise visual for concluída com sucesso, sem que o vinho tenha apresentado nenhuma característica considerada estranha ou que indique que a bebida não está muito boa, é hora de passar para a próxima etapa: a análise olfativa.

Aqui é preciso deixar claro que degustadores iniciantes podem enfrentar certas dificuldades, pois essa análise depende de conhecimento prévio dos aromas do vinho. De qualquer forma, veja como são divididos os grupos de aromas a serem sentidos:

  • Aromas primários – esses são os aromas originários da própria uva, tendo ligação com as vinhas onde são cultivadas. Ou seja, tendem a ter cheiros mais frescos e frutados.
  • Aromas secundários – esses são os aromas adquiridos durante o processo de fermentação alcoólica e da passagem por madeira, são mais azedos e lembram iogurte, fermento, leite etc.
  • Aromas terciários – por último, esses são os aromas originários do envelhecimento na garrafa e que formam um complexo de aromas comumente denominado “bouquet”. Aqui é possível sentir nuts, frutas secas, café, couro etc.

Se por um lado sentir todos esses aromas pode ser complexo para um iniciante, por outro é fácil identificar quando há algo de errado. Fica a dica: se durante a análise olfativa for percebido cheiro de mofo, vinagre ou algo parecido com esmalte, pare de beber. Isso pode indicar que há algum problema com a bebida.

3) Análise gustativa

Depois de observar bem a aparência do vinho – buscando por cristais e analisando suas lágrimas escorrerem pela lateral da taça –, e sentir os aromas da bebida, é hora do gran finale: beber. Nessa última etapa, deve ser analisado o corpo, a acidez, os taninos e o álcool presentes na bebida.

Para isso, tome um gole da bebida, mas não engula, deixe que o vinho passe por todas as partes de sua boca para que os aromas sejam explorados. Depois disso, todos os próximos goles serão dados com objetivos diferentes, cada um deles para analisar uma característica específica.

Acidez

A acidez é a característica do vinho que causa o frescor e provoca a salivação na boca. Na hora de degustar a bebida em busca da acidez, saiba que ela pode ser leve, média ou alta. Quanto mais ácido, mais azedo. Os vinhos brancos, rosés e espumantes costumam ser os mais ácidos.

Taninos

A próxima característica é chamada de tanino e está presente principalmente nos vinhos tintos. Os taninos são responsáveis pela sensação de adstringência na boca, pois deixam os dentes, a língua e a gengiva ásperos. Assim como no caso da acidez, a presença dos taninos pode ser leve, média ou alta – sempre que for degustar, tente fazer essa classificação mentalmente.

Vinhos da casta Malbec, vinhos fortes na Argentina e também na França, costumam ser exemplos de bebidas com boa presença de taninos.

Álcool

Depois de analisar a acidez e os taninos do vinho, é hora de classificar o nível alcoólico da bebida. Quanto mais alcoólico o vinho, maior será também a sensação de calor, peso e corpo da bebida no paladar.

Corpo

Falando em corpo, essa também é uma característica a ser analisada. O corpo pode ser definido como o peso geral que o vinho faz em nossa boca, e esse ponto também pode ser classificado como leve, médio e encorpado.

Aqui dá até para fazer uma comparação com leite: desnatado, semi-desnatado e integral. Nesse caso, o integral tem mais corpo, seguido do semi-desnatado e do desnatado. Deu para entender a ideia?

Agora que você sabe de tudo isso, já tem o conhecimento necessário para ser o próximo degustador de vinhos da sua roda de amigos. Aliás, que tal organizar uma degustação de vinho com a galera toda e espalhar esse passo a passo? Esse tem tudo para ser um programa divertido – e saboroso.

Aprenda a fazer uma harmonização de vinhos

Descubra algumas combinações que vão tornar a sua refeição ainda mais especial

Se você pensa que fazer harmonização de vinhos e comida é complicado, saiba que este conteúdo tem como objetivo desmistificar essa ideia.

Para quem não sabe, a arte de combinar bebidas e alimentos é uma forma de aproveitar ao máximo o que ambos têm a oferecer, ou seja, equilibrar as características e criar uma experiência ainda melhor.

Ficou com vontade de aprender mais sobre o assunto? Então, continue lendo e descubra como organizar uma noite de harmonização em sua casa.

Harmonização de vinhos: por onde começar?

Como sabiamente disse Jean-Anthelme Brillat-Savarin, advogado e também cozinheiro francês: "Uma refeição sem um vinho ao lado é como um dia sem os raios de sol”. E é exatamente pela garrafa de vinho que a harmonização começa.

Antes de começar a pensar nos alimentos, é preciso conhecer as características do vinho. Afinal, é a partir delas que os pratos são selecionados. Mas não se preocupe, é mais fácil do que parece. As três características do vinho que precisam ser analisadas para criar uma boa harmonização de vinhos são:

  • Acidez: a acidez do vinho é aquilo que causa o frescor da bebida e provoca a salivação na boca. Sendo assim, é importante degustar a bebida para classificar a sua acidez como leve, média ou alta. Quanto mais ácido, mais azedinho será o vinho. Dica: os vinhos brancos, rosés e espumantes costumam ser os mais ácidos.
  • Doçura: aqui é fácil, a doçura é classificada pelo nível de açúcar residual no vinho e também pode ser classificada como leve, média ou alta.
  • Taninos: os taninos são responsáveis pela sensação de adstringência na boca, essa sensação deixa os dentes, a língua e a gengiva ásperos. A presença dos taninos pode ser leve, média ou alta e influencia diretamente nos pratos a serem combinados. 
  • Corpo: o corpo do vinho também é uma característica a ser analisada, pois representa o peso geral que o vinho faz na boca, e esse ponto também pode ser classificado como leve, médio e encorpado. Pratos mais pesados pedem vinhos mais pesados e vice-versa. Por isso, esse ponto não deve ser deixado de lado. Aqui dá até para fazer uma comparação com leite, pois existem três versões: desnatado, semidesnatado e integral. Nesse caso, o integral tem mais corpo, seguido do semi-desnatado e do desnatado. O vinho funciona basicamente assim.

Harmonização de vinhos: combinando as características

Depois de saber exatamente quais as garrafas de vinho que serão usadas na harmonização e quais as características que sobressaem em cada uma das bebidas, o próximo passo é entender como combiná-las com a comida.

Doçura

Vinhos que possuem a doçura como principal destaque combinam com alimentos ácidos, doces, salgados, picantes, untuosos e amargos. Ou seja, esse tipo de vinho é versátil, perfeito para harmonizar com a refeição completa, do prato principal à sobremesa.

Taninos

Vinhos que possuem os taninos como destaque são aqueles que deixam a boca seca e mais áspera depois do primeiro gole. Por isso, a harmonização pede pratos suculentos e untuosos, mas não muito salgados.

A sugestão é optar por carnes vermelhas, principalmente mal passadas, quando a ideia for harmonizar vinhos muito tânicos. Queijos macios também vão muito bem com vinhos tânicos, pois seu efeito adstringente "corta" o resíduo gorduroso do paladar.

Acidez

A primeira dica sobre os vinhos com maior teor de acidez é combiná-los com pratos de entrada, pois a sua característica de estimular a salivação é perfeita para preparar o paladar antes de receber os pratos mais pesados da refeição.

Sobre a combinação de alimentos, os vinhos ácidos combinam com pratos ácidos, doces, salgados, picantes e untuosos – saladas com limão e salgados que tenham algum molho azedo como acompanhamento, por exemplo. No entanto, devem ser evitados quando o prato servido é muito suculento ou amargo.

Harmonização de vinhos: carnes

Existe uma regra base de harmonização de vinhos que costuma funcionar: combine a cor do vinho com a cor da carne. Na maioria dos casos, ela vai dar certo.

Isso significa que se os pratos a serem servidos são peixes, aves e demais carnes brancas, prefira servir vinhos e espumantes também brancos. Por outro lado, se a carne servida será a vermelha, opte por vinhos tintos. Os vinhos argentinos, principalmente os da casta Malbec, combinam bem com cortes suculentos como chorizo e assado de tira.

É claro que seguir também as dicas de combinação de características vai agregar ainda mais ao jantar, mas na dúvida, observar as cores pode ajudar.

Harmonização de vinhos: espumantes

Outra dica para evitar correr o menor risco de erros na harmonização de vinhos é apostar nos espumantes do tipo brut e extra brut. Muito consumidos na europa, os vinhos da França costumam fazer sucesso.

Por serem bebidas leves e possuírem essa característica refrescante, provocada principalmente pelas bolhas, os espumantes combinam muito bem com uma infinidade de pratos salgados – desde os mais suculentos, gordurosos e até os mais crocantes, como empanados.

Portanto, se não há margem para erros e nem tempo de identificar as características de cada bebida, um espumante seco sempre vai bem.

Se você gostou das dicas de harmonização de vinhos, é hora de organizar um jantar para testar essas combinações, que tal? Escolha as garrafas e bom apetite!